Apresentação

Prezados internautas, este blog foi criado com intuito de expandir a palavra Bíblica,

em meus aprendizados como cristão praticante.

Tenho por hobby, a prática da escrita e, dentre esta, também os poemas, sendo alguns destes dedicados à Sagrada Escritura.

Como não consegui, por mais que tentasse, repassá-las para quem quisesse musicá-las, pois acredito que haja esta possibilidade, apesar de não ser compositor, resolvi divulgá-las por meio eletrônico, para que não ficassem apenas em um arquivo pessoal.

Boa leitura e “Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo”.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

"Apocalipse 14"

Apocalipse 14


O Cordeiro, em pé, permanecia
e perto dele, os cento e quarenta quatro mil escolhidos.
Diante do trono um coro se reunia,
em cântico,  somente daqueles seus favorecidos.

Pois estes homens não se contaminaram,
como primícias oferecidas,
a Deus e ao Cordeiro acompanharam
e de suas bocas, palavras não eram censuradas.

Seus anjos, tinham um evangelho a anunciar.
Clamavam obediência e glória.
O julgamento então vai começar
e sobre a imundice reinará a vitória

Relatavam ainda a mensagem,
para ninguém aceitar da Fera o sinal,
muito menos adorar sua imagem,
senão conhecerão a ira Divinal.

É chegada a hora da fé e dos mandamentos,
os fiéis a Deus demonstrar.
As suas obras lhes servirão de testamentos
e de uma nuvem, o Filho do Homem irá ceifar.

Vindima os cachos da vinha da terra,
porque as uvas estão maduras.
E no lagar de Deus a justiça descerra,
lavada no sangue de suas criaturas.


17/11/2016
Antônio de Pádua Elias de Sousa
Formiga-MG


terça-feira, 8 de novembro de 2016

"Apocalipse 15"

Apocalipse 15


No céu, outro sinal, havia,
grande e maravilhoso,
sete Anjos e os sete flagelos que consumaria,
a ira de Deus Glorioso.

Estavam como em um mar transparente,
os vencedores, que da Fera haviam escapado
contemplavam, nos cânticos, alegremente,
as grandes obras, do Deus admirado.

“Justo e verdadeiro são teus caminhos,
ó Rei das Nações!
Quem não temerá, Senhor, e
não glorificará o Teu nome?”

“Só tu és Santo e todas as nações,
virão prostrar–se diante de ti,
porque tornou-se manifesta,
a retidão dos teus juízos.”

E no céu se abre ainda,
o templo que finda,
o Tabernáculo do Testemunho,
saindo os Anjos, vestidos de linho.

E sete taças de ouro, receberam,
de um dos quatro animais.
Cheias de ira, elas estavam,
daquele que vive mais.

O templo de Deus encheu-se de glória e poder
e não era permitido que ninguém entrasse,
pois os sete flagelos dos Anjos iriam acontecer
assim se confirmasse.


17/11/2016
Antônio de Pádua Elias de Sousa

Formiga-MG

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

"Apocalipse 16"

Apocalipse 16

Uma voz forte do templo saía,
e aos sete Anjos era anunciada,
a ira das taças de Deus deveria,
na terra, ser derramada.

Sobre a terra, o primeiro, a derramou.
E uma úlcera atroz e maligna se formou,
nos homens que o sinal da Fera tinham,
e que diante de sua imagem se prostravam.

O segundo derramou sobre o mar,
e como sangue, esse o fez tornar.
Como morto esse pareceu,
no qual todo seu ser pereceu.

Também em sangue se transformaram,
as fontes de águas e os rios,
quando o terceiro as taças derramaram,
e disse o anjo das águas: “o Justo julga com critérios”.

O sangue de santos e profetas derramaram.
Portanto, beber o sangue, também mereceram.
Sobre o sol, o quarto Anjo, a taça derramou,
e com o fogo, os homens queimou.

Esses, o nome de Deus, amaldiçoaram,
e não lhe davam glória,  nem se arrependeram.
O quinto, sobre o trono da Fera, derramou,
e por causa de seus sofrimentos, o Deus do céu amaldiçoou.

A taça do sexto, foi derramada sobre o rio Eufrates,
abrindo um caminho,  pois tuas águas secastes.
E da boca do Dragão, da Fera e do falso profeta,
três espíritos imundos se projeta.

São espíritos do demônio, que prodígios realizam,
e os reis de toda terra buscaram,
para reuni-los, no grande dia de Deus a lutar
em Har-Magedon, o nome do lugar.

Pelos ares, sua taça, derramou o sétimo,
qual também era o último.
Uma grande voz do trono do templo saía:
“Está pronto”! Ela dizia.

Houve, então, relâmpago, vozes e trovões,
também grande terremoto, que fizera cair as nações.
A grande Babilônia, teve Deus na mente,
para dar-lhe de beber o cálice de sua ira ardente.

Todas as ilhas fugiram
e montanha alguma foi encontrada.
Pedras grandes de gelo, sobre os homens caíram,
quais amaldiçoaram a Deus, pela terrível saraivada.


22/11/2016
Antônio de Pádua Elias de Sousa

Formiga-MG

domingo, 6 de novembro de 2016

"Apocalipse 17"

Apocalipse 17


Um dos sete Anjos, aproxima-se de João,
daqueles que tinham as taças e falou:
“Vem comigo e lhe mostrarei uma condenação”,
da grande meretriz, que os reis da terra contaminou.

À beira de muitas águas, esta se assenta,
e com o vinho da luxúria,
os habitantes da terra, ela os atormenta,
com sua sagacidade e fúria.

Em Espírito, ele fora transportado ao deserto.
donde viu uma mulher assentada,
em cima de uma fera escarlate,
com sete cabeças e dez chifres.

Esta se vestia com ostentação,
adornada em ouro, pérolas e pedras preciosas,
Cheia de imundices e abominação.
De nome Babilônia e, da prostituição, a mãe grandiosa.

Do sangue dos mártires e santos,
embriagada, ela estava.
E desta visão, ele teve espanto,
mas o Anjo, logo explicava.

A Fera que tu viste, já não é não
e do abismo deve subir.
Mas caminha à perdição,
e os eleitos, a verão sucumbir.

As sete cabeças, são sete montanhas
e também sete reis,
dos quais, cinco caíram, um subsiste
e um, que terá pouco tempo, ainda não veio.

Os dez chifres, outros dez reis são,
que ainda não receberam o reino
e por um momento, o poder real ,
com a Fera receberão.

Contra o Cordeiro combaterão,
sendo o Senhor o Rei dos reis,
e Ele os vencerão,
junto aos escolhidos, chamados fiéis.

Também as águas de tua visão,
à beira da qual a prostituta se assenta,
são povos, multidões, nações e línguas,
que a ela e a Fera, odiarão.

Comerão suas carnes e no fogo a queimarão,
porque Deus, lhes incutiu os seus desígnios.
A sua soberania, sobre a Fera, conhecerão,
até que se cumpra suas palavras e domínios.


23/11/2016
Antônio de Pádua Elias de Sousa

Formiga-MG

sábado, 5 de novembro de 2016

"Apocalipse 18"

Apocalipse 18


Desceu do céu outro Anjo, que tinha grande poder
e por sua glória, a terra foi iluminada.
“Caiu Babilônia”! Em alta voz, a dizer,
pois de espíritos imundos e demônios, se fez morada.

São impuras e abomináveis, suas aves.
Da ira da luxúria, nações se embriagaram.
Em ostentação viviam seus mercadores
 e com ela, os reis da terra, pecaram.

“Sai do seu meio, povo meu”!
Vinda do céu., dizia outra voz,
“Para que não participem dos pecados seus
e parte em suas pragas, tenham vós”.

Das suas injustiças, Deus se lembrou,
pois faze a ela, o que ela fez.
E seus malefícios, ao dobro condenou,
por toda arrogância e insensatez.

E num só dia, sobre ela virá,
pragas, fome, prantos e morte.
O fogo, então lhe consumirá,
porque o Senhor Deus é forte.

Por sua causa, hão de chorar e se lamentar,
os reis que com ela se contaminar.
Ai, ai da grande cidade, Babilônia! E eles dirão:
“Cidade poderosa, bastou um momento pra tua execução”.

Também os negociantes da terra se lamentarão,
pois não haverá quem compre, objetos de ostentação.
Nem mesmo alimentos, aromas e tudo que consomem.
Tão pouco animais, escravos e outros homens.

E o tempo de todas as paixões animalesca se escoou.
Esta cidade, para ser arrasada, um momento bastou.
Toda sua magnificência e brilho se apagaram então.
E jamais, reencontrados serão.

Exulta sobre ela o céu,
também vós, santos, apóstolos e profetas.
Porque, vossa causa, julgou contra ela, Deus.
E já não se ouvirá nela, cantos, cítaras e trombetas.

Então um poderoso anjo, uma pedra lançou ao mar.
Dizendo que, por teus malefícios, seu brilho irá apagar.
E com tal ímpeto, Babilônia será precipitada.
A grande cidade, jamais será encontrada.


23/11/2016
Antônio de Pádua Elias de Sousa
Formiga-MG

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

"Apocalipse 19"

Apocalipse 19

Aleluia! Cantava, um imenso coro, no céu.
A nosso Deus a salvação, glória e poder.
Porque seus juízos são verdadeiros e justos,
à grande prostituta, se fez conhecer.

Dela pediu-lhe contas do sangue de seus servos.
E reina pelos séculos dos séculos.
Cantai todos vós, seus servos que o temeis,
e prostrados, adoravam o Rei dos reis.

O imenso coro, a cantar, continuava,
como ruído das grandes águas e ribombar de trovões:
“Aleluia! Eis que reina o Senhor,
nosso Deus, o Dominador”.

Alegremo-nos, exultemos e demos glórias,
porque se aproximam, do Cordeiro, as núpcias,
a sua Esposa está preparada,
e Ele se revestiu das obras santificadas.

Felizes são os convidados,
para a ceia do Cordeiro Imolado
e as palavras de Deus, autênticas são,
foi isso que escreveu João.

Para adorá-lo, se prostrou aos seus pés,
mas Ele disse que não,
sou servo como tu és,
somente a Deus, adoras então.

No céu aparece um cavaleiro.
Seu nome: Fiel e Verdadeiro.
Guerreia e julga com justiça, os modos seus
e vestido de sangue é Verbo de Deus. 

Seguiam-no os exércitos celestes,
eram de brancura imaculada, suas vestes.
Saía de sua boca uma espada afiada,
pois as nações pagãs, seriam dominadas.

No manto, traz escrito:
“Rei dos reis, Senhor dos senhores”!
Sobre o sol, um anjo, as aves reunia,
pois a ceia de Deus começaria.

As carnes de muitos comeriam:
reis, generais e poderosos,
também de cavalos e cavaleiros
e ainda, homens livres ou escravos.

A Fera e os reis da terra,
com seus exércitos reunidos,
para ao Cavaleiro fazer guerra,
como também ao escolhidos.

Mas a Fera foi presa e com ela o falso profeta,
que sob seu comando, prodígios realizava
junto àqueles, que seu sinal recebera
e diante de sua imagem, prostrava.

Ambos, vivos, lançados foram,
no lago de fogo sulfuroso.
Os  demais, pelo Cavaleiro, pereceram
e as aves se fartaram, de banquete glorioso.

23/11/2016
Antônio de Pádua Elias de Sousa

Formiga-MG

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

"Apocalipse 20"

Apocalipse 20

Desceu do céu um anjo, então,
que tinha a chave do abismo na mão
e trazia consigo uma grande algema,
com a qual, acorrentou o Demônio, em mil anos de pena.

No abismo o atirou
e por cima, fechou e selou,
para que nações não seduzisse
e até que o prazo se completasse.

Depois, por pouco tempo, solto deve ser.
E João continuou a escrever.
Vi tronos, daqueles que receberam o poder de julgar.
Eram as almas, que usavam da palavra de Deus, para testemunhar.

Também todos que, à Fera, não tinham adorado,
nem seu sinal nas mãos e na fronte gravado.
Eles, uma nova vida, viveram
e com Cristo, por mil anos, reinaram.

Não tornaram à vida, os outros mortos,
até os mil anos completos.
Esta é a primeira ressureição.
Feliz e santo, aquele fez parte desta atenção.

Sobre eles, não tem poder, a segunda morte,
de Deus e de Cristo, serão sacerdotes.
Durante mil anos, com Eles reinarão,
até Satanás, ser solto da prisão.

Para seduzir nações, dela sairá,
que nos quatro cantos da terra, estão.
Para combate, se reunirá
e numerosas como as areias do mar, serão.

À superfície da terra, subiram,
a cidade querida e o acampamentos dos santos cercaram.
Mas desceu um fogo do céu
e as devorou.

No lago de fogo e enxofre, o Demônio foi lançado.
Onde já estavam a Fera e o falso profeta.
Dia e noite, serão atormentados,
pelos séculos dos séculos.

Havia um grande trono branco,
no qual alguém nele se sentava.
Céus e terras de sua face, fugiram
e lugar pra eles, já não se achava.

De pé, diante do trono, os mortos.
Livros, então, foram abertos.
E ainda, o livro da vida.
Julgados foram, conforme suas obras contidas.

O mar restituiu seus mortos.
Também a morte e subterrânea morada.
Conforme suas obras, foram julgados
e no tanque de fogo, foram lançadas.

O tanque de fogo,
é esta a segunda morte.
Todo que, inscrito no livro da vida, não foi encontrado,
foi ao fogo lançado.


25/11/2016
Antônio de Pádua Elias de Sousa

Formiga-MG